Idosos Desaparecidos

Geralmente o desaparecimento de pessoas idosas ou com problemas mentais acontecem por descuido, e talvez até por esperteza do idoso que se sente preso, se o “fugitivo” se cansou e está com vontade de voltar, a tarefa se torna mais fácil, até porque ele mesmo deixa muitas pistas.

• A princípio, procure saber se o desaparecido costumava andar sozinho nas ruas e se ele tinha rotas preferidas, se tinha amigos e quais eram, e se tinha problemas de relacionamento familiar.

• Os lugares onde costumava ir, se costumava levar consigo documentos e telefone/endereço de casa na carteira, se levou roupas ou outros pertences, se alguém sabia para onde ia na hora do desaparecimento.

• Se tinha convulsões ou ataques epiléticos, desmaios, amnésia, agressividade súbita, ou alguma doença que pudesse causar problemas graves.

• Se já desapareceu antes, onde a pessoa foi localizada, descrição física, descrição das roupas que usava pela última vez em que foi visto, e outros detalhes, se existirem.

Inicie as buscas, levando uma fotografia recente, inicie as buscas pelos hospitais da rede pública, delegacias, instituto médico legal e nos albergues da região em que o desaparecido morava e nos locais que costumava frequentar.

Se as buscas derem resultado negativo, faça nas mesmas regiões diligências nas ruas, sempre com a foto, interrogando sempre as pessoas que costumam trabalhar nas ruas, como policiais militares, guardas municipais, carteiros, entregadores e até mesmo mendigos e moradores de rua, não se esquecer de perguntar também para aquelas senhoras que não se metem na vida alheia, mas sabem de tudo que acontece no bairro.


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