Controle Infravermelho

Frequentemente são necessários sinais luminosos da faixa visual e também da faixa do infravermelho, muitas vezes para testes ou para acionamento de outros dispositivos, mas nem sempre temos um emissor desses a mão.

No circuito da imagem a seguir é mostrado o esquema eletrônico de um transmissor, ele serve para acionamento de dispositivos infravermelho ou dispositivo de luz da faixa visual, na prática é um controle remoto.

Oscilador Infravermelho

A o alcance da emissão de não passa dos 15 metros mas é o suficiente para acionar qualquer coisa dentro de um ambiente, é um dispositivo que aciona através do controle luminoso normal ou através da faixa além do alcance do olho humano.

Para fazer a montagem podem ser usados LEDs normais, verifica-se o funcionamento de forma visual, e depois troca-se os LEDs comuns por LEDs infravermelho.

Para comprovar o funcionamento na faixa do infravermelho, basta usar um celular com câmera e visualizar os LEDs infravermelho acessos, a olho nu não dá para ver, mas com a câmera dá, e se funciona com LEDs comuns, também funciona com qualquer LED, mas o olho humano não vê.

O circuito é baseado num CI 555 configurado como multivibrador que produz pulsos na frequência aproximada de 1 KHz, esses pulsos são muito fracos para fazer acender um LED, então é usado um transistor (Q1) para amplificar os pulsos e aplicá-los nos dois LEDs ligados em paralelo.

Os resistores R1, R2 e C1 capacitor determinam a frequência de operação do circuito, para emitir os pulsos é preciso pressionar SW1.

Para aproximadamente 1 KHz o circuito pode ser alimentado por uma bateria de 12 volts, para quem não se importar com a frequência mas precisa dos pulsos, o circuito pode ser alimentado com tensões de 5 a 15 volts.

A chave SW1 é um interruptor do tipo botão de pressão, mas nada impede que seja utilizado um botão liga-desliga comum.

O CI 555 deve ser montado num soquete DIL de 8 pinos apropriado para o CI, com esse procedimento evita-se o superaquecimento do CI e o consequente defeito sem mesmo ter sido usado.

É bom lembrar que boa parte dos projetos que não funcionam porque o circuito integrado é soldado sem os devidos cuidados, aquece muito e queima, e depois o montador espalha aos quatro ventos que o circuito não funciona.

O layout de para a placa de circuito impresso é sugerido na imagem abaixo, a figura está em tamanho maior, mas deve ser impressa com 6,5 cm por 6,5 cm.

Placa Circuito Impresso

A montagem final fica com o aspecto da imagem abaixo caso seja utilizado o layout acima.

Visual final

Observe a contagem dos pinos do CI 555 que começam da parte de baixo do CI e do ponto preto para a direita, note que os pinos 4 e 8 do CI 555 devem ser ligados juntos por cima do CI fazendo uma ponte, ou seja, um pedaço de fio fino ligando o pino 4 ao pino 8 do CI.

R5 é de 5,6 ohms por 1 watt, dependendo da fonte de tensão, ele pode aquecer, então é recomendável trocar por um resistor de 10 ohms por 1 watt, demais resistores são de 1/8 de watt.

Os capacitores devem ser de filtro cerâmico para melhor precisão, e observar a posição de soldagem do capacitor eletrolítico.

Q1 é um transistor tipo BD140, é um transistor PNP de média potência para uso geral, podem ser testados outros transistores PNP, desde que seja observada a disposição dos terminais e a potência suportada.

Se optou por LEDs comuns é só ligar a bateria e pressionar SW1 que os LEDs parecerão estar acesos, mas estão oscilando a mais ou menos 1 KHz, se os LEDs são infravermelho, teste utilizando uma câmera de um celular.

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