Radares e GPSs

O uso do GPS e demais equipamentos no carro é proibido, sendo permitido apenas utilizar equipamentos por comando de voz, para ser permitido, é necessário que os equipamentos tenham dispositivos que desliguem automaticamente a tela quando o carro estiver em movimento, inclusive o GPS, com isso, torna o GPS algo inútil.

Felizmente, a obrigatoriedade em desligar a tela não se aplica aos GPS portáteis, principalmente naqueles embutidos nos aparelhos celulares.

Quem usa GPS sabe que é preciso cadastrar como um “POI” cada radar, claro que quando os pontos de medição de velocidade são fixos não é tão difícil de cadastrar, dá trabalho, mas vale a pena.

Mas para radares móveis, como existem atualmente nas ruas de Itajaí, cadastrar um “POI” é inútil, para radares fixos a solução é fazer o cadastro manual, outra solução é procurar na internet, no Orkut a comunidade GPS Brasil tem bons tópicos relacionados à base de dados de radares para vários softwares.

Para quem cadastra um “pardal” e acha que sempre irá se lembrar dele está muito enganado, o GPS é muito eficiente para os momentos de distração, ou seja, lembrar o lugar onde estão os radares, pois é muito fácil esquecer os pontos de uma cidade ou de uma rodovia onde existem muitos radares.

O GPS é útil na zona urbana, mas sua utilidade é muito maior para quem viaja para cidades que não conhece, com os “pardais” de uma determinada cidade cadastrados, a viagem se torna mais tranquila.

O GPS também pode ser utilizado para saber sobre informações das condições da pista, onde existirem buracos na pista pode ser cadastrado como um POI e marcar para alertar quando estiver a uns 300 metros dos buracos, outra utilidade é avisar que está se aproximando de uma curva perigosa ou um trecho perigoso.

Esperar para políticos criarem mais leis para melhorar a situação que está o trânsito no Brasil, não resolve, aliás, eles nem trabalham, sem contar que querem a todo custo proibir a utilização desses aparelhos que avisam sobre a existência de radares, eles sabem muito bem que a cada multa é lucro indireto para eles.

Não é à toa que dizem que as multas são fontes de renda para o Estado, é óbvio que todos ganham com isso, o Estado com as multas, os policiais que vivem pedindo propina, os políticos que desviam e não fazem o que deviam, e o dinheiro arrecadado não retorna para a população em melhores ruas asfaltadas, sinalização, policiamento, campanhas de conscientização, etc…

A prova disso é que em Itajaí, a multa aplicada tem uma merréca que fica em Itajaí, e o grosso das multas é enviado para o nordeste, e a população de Itajaí, além de pagar as multas, não recebe nenhum benefício com o dinheiro arrecadado.

Entendo que se as multas fossem a solução dos problemas de trânsito, não assistiríamos a que acontece nos dias de hoje, e se os interesses dos políticos fosse mesmo o de reduzir as mortes e não o de simplesmente arrecadar dinheiro com multas, nós só teríamos lombadas eletrônicas ao invés de pardais.

Afinal, se a idéia é diminuir a velocidade do carro para diminuir o risco de acidente, então, qual é o problema em utilizar um equipamento para avisar sobre o limite máximo da velocidade?

Uma resposta política certamente seria que é por preço, mas é tudo papo furado, pois gastam com uma quantidade absurda em acessores, mas não podem gastar com algo que irá beneficiar as pessoas.
Esse é o Brasil.

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