A História do Monitor

Mesmo que o usuário não desejasse, o monitor é a principal porta de comunicação entre o microcomputador e o usuário.

É impossível imaginar um micro sem monitor, sem impressora é fácil, sem som e CD-ROM também, mas isso nem sempre foi assim.

A entrada de dados já foi feita por cartões perfurados e a saída por impressoras.

Mas naquela época não existiam os microcomputadores, o que existiam e que eram chamadas de computadores e eram maquinas que não caberiam dentro de nossas casas e que tinham a incrível capacidade de 2MB de RAM, usavam unidades de fita para
gravar e ler os dados, as memórias (ou vagas lembranças) eram de núcleo de ferrite
e outras peças pré-históricas.

Com o surgimento dos micros e, tempos depois, das interfaces gráficas do usuário, o monitor tornou-se peça indispensável.

No começo havia o televisor, era o sonho de consumo de 10 entre 10 famílias, e que, naturalmente, se tornou o primeiro monitor.

Certamente poucos imaginam a quantidade TVs Phillips TX que foram adaptadas para ter uma entrada de sinal de vídeo composto para os poderosos Comodore 64, TK 72 e outros bichos que até dá até arrepio só em lembrar.

Existia uma clara razão para isso, pois o televisor já existia e era amplamente difundido, o que significava que seu preço já era baixo porque o custo do projeto já tinha se diluído e os componentes eram baratos por serem produzidos em larga escala.

Para as maquinas que existiam na época era mais que o suficiente, mas as maquininhas foram ficando poderosas e a resolução de um televisor que era de 320 X 440 já não era o bastante.

Não devemos nos esquecer que o projeto da transmissão de TV é de 1928, que o primeiro modelo comercial foi lançado em 1945 e que a TV a cores apareceu nos Estados Unidos em 1953.

Para se ter uma idéia da precariedade tecnológica da época, o sistema de cor adotado pelos Estados Unidos (NTSC) foi chamado de Never Twice the Same Color, cuja tradução é Nunca a Mesma Cor Duas Vezes Seguidas.

Evidentemente os monitores precisavam evoluir para além das limitações dos televisores principalmente em termos de resolução e se afastar cada vez mais do padrão de TV, que era aceitável para imagens em movimento, mas com imagens estáticas suas limitações se tornavam muito visíveis.

Os circuitos foram projetados para atingir maiores freqüências de deflexão para permitir resoluções maiores, os cinescópios com pixels menores e a entrada de sinal deixou de ser em sinal composto, passando a ser em componentes R,G,B, sync H e sync V.

Também foram acrescentados comandos para ajustes de posicionamento e forma da imagem, já que passou a trabalhar com várias resoluções e com imagem quase estática realçando os erros de geometria.

E atualmente existem os monitores com diversos padrões e resoluções, e não dá para prever o que realmente vai acontecer em termos de monitores e TVs.

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