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  • Sobre os Elétrons

    Você vai estudar os elétrons mais a fundo em outros links, mas por enquanto, vamos reforçar algumas noções que você certamente já sabe, complementando-as.

    Já vimos que os elétrons são simplesmente, partículas que giram em volta de um Núcleo, formando um sistema planetário, do mesmo modo que os planetas giram em torno do sol, e que formam o sistema solar.

    E o sistema planetário, formado pelos elétrons em movimento e pelo Núcleo, constitui o átomo.

    Sabe-se que o elétron possui uma carga negativa de eletricidade, o Núcleo do átomo tem partículas com cargas de eletricidade positiva: são os prótons, cujo número é igual ao dos elétrons.

    Acontece, ainda, que as cargas de eletricidade dos elétrons e dos prótons são iguais e opostas, isto é, a carga elétrica do elétron é igual (em valor) à carga elétrico do próton.

    Só que, enquanto a carga elétrica do elétron é negativa, a do próton é positiva, então um átomo normal, com o número de elétrons igual ao de prótons, tem carga total nula, pois a carga positiva do Núcleo, devido aos prótons, é equilibrada pela carga negativa dos elétrons planetários.


    Assim, repetindo: O átomo é formado por um Núcleo positivo e um ou mais elétrons (negativos) que giram a sua volta.
    As cargas positivas do Núcleo chamam-se prótons.

    O tamanho do átomo é determinado pela distância máxima que os elétrons cobrem na sua rotação em torno do Núcleo, esta distância máxima é indicada com uma linha divisória imaginária.

    Um elétron, aumentado na mesma proporção, seria do tamanho de uma bola de tênis. (veja a figura).

    Para que você tenha uma idéia do minúsculo tamanho dos elétrons: suponha que fosse possível aumentar o átomo até o ponto de tornar sua linha divisória do tamanho do nosso planeta terra.

    Na figura acima observamos a representação gráfica de um átomo de hidrogênio, cuja linha divisória foi aumentada até o ponto de seu diâmetro se igualar ao diâmetro da terra, o elétron aparece, mas com as dimensões de uma bola de tênis.

    Após comparar os grandes corpos celestes (como planetas e estrelas, por exemplo) com as estruturas microscópicas que são os átomos e suas partículas, você pode concluir que os grandes corpos movem-se no espaço infinito do mesmo modo que as partículas microscópicas, infinitamente pequenas, movem-se dentro de toda a matéria, formando galáxias e sistemas solares em miniatura.

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