Campainha Sem Fios

Campainha sem fios é o tema desse projeto eletrônico, que além de ser útil no dia a dia, também faz parte da automação, afinal, chamar alguém de forma automática é um tipo de automação.

Quem acompanha as publicações do Ibytes Website já deve ter percebido que o objetivo é sempre priorizar a facilidade e fazer montagens que sejam realmente úteis.

Seja em relação aos componentes ou em relação a montagem em si, em todo caso, qualquer montagem que não seja útil não tem o menor sentido.

Atualmente são poucas as casas que não tem um algum dispositivo sonoro para avisar que alguém está chamando.

Com a quantidade de gente que grita, assobia, buzina, ou chama pelo nome de alguém que coincide justamente com o nome do morador, são necessários critérios e personalização para saber quando o chamado é realmente para o morador.

aí que surge a necessidade de um meio rápido e barato para fazer o alerta sobre alguém que quer entrar em contato com o morador, geralmente é usada a campainha.

Os modelos de campainha são vários, mas por uma questão de praticidade, as sem fios são as preferidas, porém, essas tem um valor um pouco alto.

Então resolvi criar meu próprio circuito eletrônico de campainha sem fios, e cheguei a pensar que seria inviável do ponto de vista econômico, mas isso não se confirmou.

A base do projeto são dois módulos de RF de 433 MHz, um módulo receptor e um módulo transmissor, pois o projeto completo é formado por um transmissor e por um receptor.

Nos circuitos, além dos módulos de RF, também são usados um codificador e um decodificador.

Do ponto de vista eletrônico o funcionamento é simples, um circuito transmite e o outro circuito recebe a transmissão.

Foi previsto para circuito transmissor que ele deve ser ligado direto na rede de 110 ou 220 volts, e uma fonte sem transformador faz a alimentação do circuito, mas fica em espera aguardando que a chave de pressão seja pressionada.

Com essa técnica evita-se o problema da bateria fraca no transmissor, e para quem não sabe, na prática, a falta de alimentação no transmissor é o maior vilão do conjunto que forma uma campainha sem fios.

E antes que alguém pergunte: e se faltar luz? No esquema existe a possibilidade de deixar uma bateria auxiliar para quando faltar energia elétrica.

Na prática, ninguém vai colocar essa bateria auxiliar, mas antes de colocarem defeito no projeto, já adianto as coisas.

O esquema completo do circuito transmissor pode ser visto nesse vídeo.

Uma imagem do circuito pronto é mostrada abaixo:

Transmissor_campainha

Quem quiser copiar, pare o vídeo, dê um print screen e cole no arquivo de sua preferência, desculpem pelo inconveniente, mas ao publicar um vídeo fica a data e demais detalhes, assim, será fácil saber quem é o verdadeiro pai da “criança”.

O circuito receptor precisa um pouco mais de corrente e uma fonte sem transformador não tem capacidade de alimentar uma sirene, por isso é sugerido que a fonte do receptor tenha de 9 a 12 volts com capacidade de pelo menos 200 miliampères.

Pois será preciso alimentar o circuito receptor e a bobina do relê, e quando o relê estiver com a bobina energizada, a fonte deve alimentar também a sirene ou outro dispositivo controlado pelo relê.

Para sirenes potentes a corrente fornecida pela fonte deve suprir o consumo da sirene, o esquema eletrônico do circuito receptor pode ser visto no vídeo desse link.

Uma vista do circuito receptor pronto pode ser vista logo abaixo:

receptor_camapnhia

Quem quiser copiar o esquema, pare o vídeo, tecle print screen e cole no arquivo de sua preferência, ou salve o vídeo nos seus favoritos.

As campainhas sem fios normalmente são vendidas com alcance para 30 metros, mas geralmente não chega nem perto disso.

Nesse vídeo eu mostro como fazer para aumentar o alcance dos módulos de RF de 433 MHz, usando essa dica, é possível obter até 150 metros de alcance em área aberta e uns 70 metros em ambiente fechado.

Ao pressionar a chave de pressão, um sinal do transmissor é captado pelo receptor, de uma forma simples, esse é o resumo do funcionamento do circuito.

O tipo de som gerado depende da escolha da sirene.

As sirenes podem gerar um volume de até 110 decibéis, então escolha uma de acordo com as suas necessidades e que não incomode seus vizinhos.

Lembrando que, já que foi previsto que se faltar energia elétrica uma bateria auxiliar vai prover a alimentação para o transmissor, o mesmo vale para o receptor.

Só que para o receptor, uma bateria de moto ligada em paralelo com a fonte de alimentação resolve o problema.

Sendo ligada em paralelo, ela tanto carrega a bateria quando há energia, quanto fornece energia quando há falta energia na rede elétrica de 110 ou 220 volts.

Tenha cuidado na montagem e nos testes do transmissor, pois ele funciona direto na rede de 110 ou 220 volts, e com energia elétrica não se brinca.

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