A Manutenção Corretiva

Assim como na maioria das coisas, a manutenção corretiva é a forma mais óbvia e a mais primária forma de manutenção, é o tipo de manutenção que pode ser descrito pelo ciclo do quebra-conserta, ou seja, o conserto dos equipamentos só é feito depois que acontece o estrago.

Do ponto de vista global de qualquer sistema, a manutenção corretiva é a forma mais cara de manutenção, de maneira geral, gera a baixa utilização anual dos equipamentos e das máquinas.

Também gera a diminuição da vida útil das máquinas e das instalações, além de serem necessárias paradas para manutenção em momentos aleatórios, e muitas vezes inoportunos por serem em épocas de ponta de produção, correndo o risco de ter que fazer paradas em períodos de cronograma apertado, ou até em épocas de crise geral.

É claro que se torna impossível eliminar completamente este tipo de manutenção, pois na maioria dos casos não se pode prever o momento exato em que um defeito irá obrigar a uma parada para uma manutenção corretiva de emergência.

Apesar de simples, a organização corretiva necessita de pessoas previamente treinadas para atuar com rapidez e eficiência em todos os casos de defeitos previsíveis e com quadro e horários bem estabelecidos.

No almoxarifado, depósito ou oficina devem existir todos os materiais e meios necessários para a ação corretiva, são indispensáveis instrumentos de medição e de testes, de preferência adaptados aos equipamentos existentes.

Além dos instrumentos para medições e testes, devem existir no local as ferramentas necessárias para todos os tipos de intervenções, também são indispensáveis manuais com detalhes referentes aos equipamentos e da manutenção corretiva, além de anotações relacionadas a cadeia produtiva, tornando fácil a acessibilidade.

Também devem existir esquemas ou desenhos detalhados dos equipamentos e dos circuitos que correspondam às instalações atualizadas, além disso, o almoxarifado deve estar racionalmente organizado e em contato com a manutenção, e disponível um bom número dos itens, de preferência, bem acima do ponto crítico de encomenda.

Os contratos estabelecidos com entidades nacionais ou internacionais, devem ser bem estudados, principalmente no caso de equipamentos de alta tecnologia cuja manutenção no local seja impossível.

Devem ser feitas reciclagens e atualizações periódicas dos chefes e dos técnicos de manutenção, também deve ser mantido um registro dos defeitos e do tempo que levou para fazer o reparo, a classificação dos equipamentos por cadeias produtivas também deve fazer parte das anotações.

Algo que nenhum chefe gosta, mas de suma importância, é manter o registro das perdas de produção devido as paradas devidas a defeitos e a parada para manutenção.

Com todas as anotações, é fácil perceber que a manutenção preventiva, além de mais barata, pode ser feita em tempos programados.

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